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Emoção é a marca dos casamentos homoafetivos

Convidados com um “cisco no olho” e lágrimas de alegria à mão

Rituais personalizados e mais emoção na celebração é o que buscam casais que optam por cerimônias de casamento menos enquadradas nos padrões vigentes. Seja qual for o motivo que levou os noivos a escolher uma cerimônia alternativa – a ideia é sempre fugir um pouco da produção em série, quase industrial, que muitas vezes se torna a organização de um casamento. 

Quando Danilo Fortes e Eduardo Gravina decidiram se casar, pensaram em como poderiam mostrar aos convidados um pouco de como chegaram até o grande dia, e no momento dos votos matrimoniais, com espontaneidade contaram a seus convidados, suas versões de como aconteceu a história do casal, com o desfecho de Danilo cantando para o noivo uma música que ilustrasse o referido encontro.

Quando Danilo Fortes e Eduardo Gravina se casaram, surpreenderam os convidados no momento dos votos matrimoniais, com graça e espontaneidade contando a seus convidados, suas versões de como aconteceu a história do casal até chegarem ao grande dia, com o desfecho de Danilo cantando para o noivo uma música que ilustrasse o referido encontro.

Aqueles que são mais tímidos, por sua vez apelam para os amigos mais extrovertidos e/ou que tenham o dom da palavra. Foi o caso dos noivos Douglas e João Paulo, e também do casal Joás e Raphael que convidaram os padrinhos e madrinhas para realizarem a Cerimônia das Areias, lhes desejando coisas boas, e semelhando a vida matrimonial as areias que ao final se misturam, e não se consegue mais separar.

Já no casamento de Manu e Vivi, suas avós entraram em cena para abençoar as alianças, contando as verdades de uma relação a dois, com discursos do fundo do coração, além é claro de desejarem o melhor para suas netinhas.

“O momento da Cerimônia é muito mais do que apenas um ritual. O que pode parecer uma parte “chata”, antes da aguardada comemoração, com sensibilidade e assertividade na escolha das palavras, surpreende os convidados que acabam se envolvendo com o ritual. É um momento em que os presentes estão abertos a escutar sobre o poder do amor e até refletir sobre suas vidas amorosas.

E assim como amar requer coragem, realizar uma cerimônia diferente também necessita de noivos que tenham identidade própria e que, principalmente, se amem de verdade.” Afirma Cristiane Martinez, Mestre de Cerimônias e especialista em relacionamentos muito procurada em São Paulo e região por celebrar uniões personalizadas.

A informalidade não é sinônimo de falta de seriedade. E a liberdade de usar filosofia, poesias e outras inserções artísticas ou culturais acrescentam uma dose de identificação capaz de levar mesmo o mais racional dos convidados à comoção. 

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